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IV Esitox

  • Texto por Gabriel Cordeiro
  • maio 5, 2026

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23 de setembro de 2026

Bolsa de doutorado disponível

11 de setembro de 2026

Livro Novas Substâncias Psicoativas recebe o prêmio Destaque Forense no 10º ENQFor

18 de agosto de 2026

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toxicologia_unicamp

Laboratório de Toxicologia Analítica da Unicamp 💊💀🧪
@unicamp.oficial

O que a equipe médica suspeita nem sempre é o que O que a equipe médica suspeita nem sempre é o que o exame encontra. 🧪

Quando alguém chega ao pronto-socorro com suspeita de intoxicação, a equipe precisa entender rapidamente o que pode ter sido consumido. Essa suspeita se apoia no relato do paciente ou de quem o acompanha e nos sintomas observados. Mas os exames toxicológicos podem contar uma história mais complexa.

Nosso grupo analisou 385 casos atendidos pelo CIATox Campinas, entre 2023 e 2024. Em cada caso, comparamos a suspeita registrada no atendimento com as substâncias detectadas em amostras de sangue e/ou urina.

O que encontramos:
🔹 Na mediana, quatro substâncias foram detectadas por paciente. Em mais de 70% dos casos, foram três ou mais.
🔹 Entre as drogas ilícitas, cocaína e maconha foram as mais suspeitadas e também as mais detectadas.
🔹 Antidepressivos e antipsicóticos raramente estavam na suspeita inicial, mas apareceram com frequência nos exames.
🔹 Opioides e anestésicos foram detectados muito mais vezes do que suspeitados.

Um cuidado importante: detectar uma substância não significa que ela causou o quadro. O exame pode registrar um uso de horas ou dias antes, um remédio de uso contínuo ou um medicamento administrado durante o próprio atendimento. Por isso, a análise laboratorial complementa a avaliação clínica, não a substitui.

Integrar esses dados também fortalece a toxicovigilância, isto é, o monitoramento das intoxicações para orientar a prevenção e as políticas públicas.

📄 Artigo: “Clinical suspicion versus toxicological findings in psychoactive substance poisonings: evidence from emergency cases in Brazil (2023–2024)”, publicado na Clinical Toxicology.

✍️ A primeira autora do estudo é Náthaly Cristine Bueno Faria dos Santos, doutoranda do nosso grupo. Assinam com ela Rafael Lanaro, Paula Christiane Soubhia, Karina Diniz Oliveira, Tássia Flávia Dias Castro, Marilyn Ann Huestis e José Luiz Costa.

Essa pesquisa foi financiada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (SENAD-929812/2022) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES- 16/2020).

🔗 Você encontra o link do artigo em nossa bio.
📰 Estamos na revista Pesquisa FAPESP! Canabinoide 📰 Estamos na revista Pesquisa FAPESP!

Canabinoides funcionam contra transtornos mentais? A maior revisão de ensaios clínicos já feita sobre o tema, publicada na The Lancet Psychiatry, encontrou sinais promissores para algumas condições, como insônia e síndrome de Tourette, mas evidências ainda frágeis para a maioria delas.

A reportagem ouviu pesquisadores da Unicamp sobre o assunto:

💬 O Prof. José Luiz da Costa, Coordenador do CIATox Campinas, explica por que a cautela da revisão se justifica e defende a publicação de resultados negativos bem conduzidos, tão necessários para a ciência quanto os positivos.

🧪 O doutorando Alexandre Barcia de Godoi apresenta seu estudo em camundongos, apoiado pela FAPESP. Em um modelo de crises convulsivas, o CBD isolado protegeu os animais, mas a combinação com canabigerol (CBG), em doses equivalentes, se associou a crises mais graves. Misturar canabinoides portanto, não garante mais benefício.

🔎 A Profa. Priscila Gava Mazzola, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp, considera a revisão rigorosa, mas aponta seus limites: amostras pequenas, predomínio de homens e muitos estudos com alto risco de viés, parte deles ligada a conflitos de interesse com a indústria. Ela lembra, porém, que os resultados não permitem concluir que os canabinoides sejam ineficazes.

👉 Leia a reportagem completa no link da bio.

via @pesquisa_fapesp 

#Cannabis #SaúdeMental #Toxicologia #Unicamp
CIATox Campinas precisa da sua ajuda. Se você mor CIATox Campinas precisa da sua ajuda.

Se você mora em Campinas preste atenção:

O nosso Projeto de Promoção da Saúde e Prevenção de Comportamentos Aditivos está concorrendo para conseguir recursos. O objetivo é criar um programa fundamental de orientação e acolhimento para os servidores da Prefeitura Municipal de Campinas que enfrentam a dependência de substâncias psicoativas e outros transtornos, como o jogo patológico.

Os 10 projetos mais votados serão financiados por emenda parlamentar do vereador Wagner Romão.
 
Nos ajude a cuidar de quem faz a nossa cidade funcionar🤝

✅ Vote no projeto nº 66!

👉 Você encontra o formulário em nossa bio ou em https://www.profwagnerromao.com.br/votacaotemasgerais

Se puder, compartilhe com seus colegas de trabalho, familiares e amigos. Cada voto faz a diferença para levarmos mais saúde e prevenção a quem precisa! 🫂✨
🚨 ATENÇÃO, ALUNOS DE GRADUAÇÃO DA UNICAMP! 🚨 O Cen 🚨 ATENÇÃO, ALUNOS DE GRADUAÇÃO DA UNICAMP! 🚨
O Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campinas (CIATox) está com 1 vaga aberta para Bolsista BAS (Bolsa Assistência Social)! 🎓🔬 

📂 Sobre o Projeto:
O bolsista atuará no projeto de “Apoio à divulgação e atualização do sistema de gerenciamento de dados em toxicologia”. 

📝 Atividades Principais:
O bolsista irá colaborar com a digitação, consolidação e divulgação de dados, ganhando experiência valiosa com sistemas de gerenciamento na área de saúde. O trabalho envolve a digitalização de fichas de notificação para os sistemas DATATOX e SINAN — uma etapa crucial para a geração de relatórios estatísticos e para a vigilância em saúde pública. Além disso, também auxiliará na criação de materiais de divulgação científica! 

⏰ Carga Horária: Apenas 10 horas semanais.
Valor da bolsa: R$904,00

📩 Como se inscrever?
Ficou interessado(a)? Envie um e-mail com a sua carta de interesse e o seu portfólio para: toxicologia@unicamp.br. 

Não perca essa chance de contribuir ativamente com a ciência e a saúde pública! Marque nos comentários aquele amigo que tem o perfil para essa vaga. 👇🚀
🔬✈️ Nosso laboratório no SOFT-TIAFT 2026! De 19 a 🔬✈️ Nosso laboratório no SOFT-TIAFT 2026!

De 19 a 24 de setembro, parte da nossa equipe esteve em Chicago em um dos maiores encontros de toxicologia forense do mundo, que une a SOFT, sociedade norte-americana da área, e a TIAFT, Associação Internacional de Toxicologistas Forenses.

Levamos dez trabalhos. Confira alguns destaques:

🧪 Novas substâncias: uma estratégia desenvolvida pelo grupo levou à primeira detecção no mundo de um novo opioide sintético, o 3′-clorometonitazeno. Também apresentamos a identificação de um novo canabinoide sintético em amostras apreendidas.

🩸 Diagnóstico mais rápido: métodos para detectar nitazenos no sangue e novas drogas na urina, pensados para agilizar o atendimento em casos de intoxicação.

🐟 Como o corpo lida com essas substâncias: um estudo com peixe-zebra ajuda a identificar as “pistas” que um canabinoide sintético deixa no organismo.

🚗 Drogas no trânsito: em 128 vítimas fatais analisadas, quase metade tinha mais de uma substância no organismo. Também discutimos o uso da saliva na fiscalização de motoristas.

🏙️ Saúde pública: o monitoramento de drogas em cenas abertas de uso em São Paulo e o surto de intoxicação por metanol no Brasil.

🎤 Apresentações orais: Prof. José Luiz, Alexandre Godoi, Leonardo Costalonga e Náthaly Bueno. O Prof. José Luiz também participou de dois workshops.
📌 Pôsteres: Dra. Karla Aparecida, Dr. Rafael Lanaro, Isadora Denkena e Prof. José Luiz.

Arraste para o lado e conheça cada pesquisa ➡️

#ToxicologiaForense #SOFTTIAFT #NovasSubstanciasPsicoativas #SaúdePública
🔬 Vaga de Pós-Doutorado em Metabolômica — inscriçõ 🔬 Vaga de Pós-Doutorado em Metabolômica — inscrições abertas!

O Laboratório de Toxicologia da Unicamp está com processo seletivo aberto para uma bolsa de pós-doutorado financiada pelo CNPq, vinculada ao INCT IMASP — Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Multiômica Aplicada à Saúde de Precisão.

Buscamos um(a) pesquisador(a) com tese defendida na área de Metabolômica e experiência em LC-HRMS, preparo de amostras e análise de dados metabolômicos.

📅 Início das atividades: janeiro de 2027
 ⏳ Duração: 12 meses, podendo ser renovada
 📝 Inscrições até 20 de novembro

Mais informações no link da bio 🔗

Compartilhe com quem possa se interessar!
Novas Substâncias Psicoativas estão surgindo numa Novas Substâncias Psicoativas estão surgindo numa velocidade que desafia as autoridades.

Duas substâncias nunca antes detectadas em fluido oral no mundo foram encontradas em amostras coletadas em festas de São Paulo, e quem as usou não sabia.

O Sistema de Alerta Rápido sobre Drogas (SAR) é uma rede interinstitucional do governo brasileiro criada para monitorar a circulação de Novas Substâncias Psicoativas (NSP), adulterações e ameaças emergentes à saúde e à segurança pública

O Alerta Rápido nº 8/2026 traz um caso concreto deste trabalho. Os dados são do Projeto BACO, conduzido pelo CIATox-Campinas (Unicamp), onde o Laboratório de Toxicologia Analítica da Unicamp analisou amostras de saliva de participantes de eventos festivos por cromatografia líquida com espectrometria de massas. 

Resultado: foi encontrado cetamina, desclorocetamina (DCK) e 2-fluorodesclorocetamina (2-FDCK) em quatro amostras.

O DCK e o 2-FDCK não são subprodutos da cetamina, ou seja, não surgem no nosso corpo em decorrência da “quebra” da cetamina pelo nosso metabolismo, logo foram adicionadas na droga ilícita. Duas pessoas relataram ter usado apenas “bala” ou “MD” (nomes populares de substâncias como MDMA e MDA) e não sabiam que também haviam consumido cetamina e seus análogos.

O efeito é parecido com o da cetamina, mas pouco se sabe sobre a potência e a duração dessas substâncias no organismo. Com a 2-FDCK já há registros de intoxicação grave, internação e morte.

Nos acompanhe para saber mais sobre Novas Substâncias Psicoativas.

Se alguém passar mal: ligue para o SAMU (192) e informe tudo o que foi usado. Em Campinas e região, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica atende pelo (19) 3521-7555.

Você encontra o documento completo do Alerta Rápido em nossa bio.

#SAR #ReduçãoDeDanos #Toxicologia #novasubstancia
Mascarado de produto mais saudável do que os cigar Mascarado de produto mais saudável do que os cigarros tradicionais, com sabores e cores destinados a jovens consumidores, os cigarros eletrônicos vêm se tornando cada vez mais populares entre os adolescentes.

O que sai do dispositivo é um aerossol formado a partir do aquecimento de um líquido com propilenoglicol, glicerina vegetal, aromatizantes e, na maioria dos casos, nicotina. E é aí que mora um ponto que pouca gente sabe: o calor transforma parte desses ingredientes em outros compostos (formaldeído, metais pesados, nitrosaminas) que não estavam no líquido original.

Menos químicos que o cigarro tradicional? Sim. Sem danos à saúde? Não. Os estudos mais recentes já mostram aumento de frequência cardíaca e pressão arterial logo após o uso, mais sintomas respiratórios entre quem usa vape e, em laboratório, sinais de estresse celular e dano ao DNA que preocupam pesquisadores, mesmo sem confirmação ainda de aumento de câncer em humanos.

E tem um efeito que pouco é destacado: a dependência. Vape com nicotina vicia e o vício é, sozinho, um dos efeitos mais consistentes e menos discutidos.

Enquanto a ciência segue entendendo os efeitos a longo prazo, uma coisa já está clara: a indústria sabe exatamente para quem está vendendo. O Sabor, a cor, o design bonito, a escolha do influenciador digital, tudo é pensado para o público alvo que, certamente, não é o adulto.

Se esse conteúdo te ajudou a enxergar o vape de um jeito diferente, compartilha. 
Informação de verdade também protege.

Todo material consultado para elaboração desse conteúdo foi apresentado no campo “fontes” apresentado nas imagens.
🧪 Aconteceu a IV Escola de Inverno em Toxicologia 🧪 Aconteceu a IV Escola de Inverno em Toxicologia da Unicamp (ESITOX)!

De 27 a 31 de julho, candidatos de sete estados brasileiros e de outros dois países passaram por uma semana de imersão em Toxicologia. Foram 40 horas de aulas teóricas e práticas em toxicologia forense, ambiental, analítica, farmacocinética, toxinologia e Cannabis medicinal.

📍 Organização: Laboratório de Toxicologia Analítica da Unicamp e Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp
🏛️ Apoio institucional: FCM, Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) e Unicamp
🤝 Patrocínio: Waters, Shimadzu, AB Científica, Allcrom/Maxcrom, Nova Analítica, Alesco, Sellex/Demorellis e BSone

Obrigado a quem tornou essa edição possível! Desliza pro lado e confira como foi 👉
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